UMA HISTÓRIA CENTENÁRIA

 
Do seu começo até aos dias de hoje, a Citroën fez história e tornou-se uma das marcas de automóveis mais famosas e conhecidas.

Muitas histórias, aventuras, modelos míticos e pessoas contribuiram para este reconhecimento.

Aproveite, e viaje um pouco pela nossa história.
"No mecanismo do progresso, não é a invenção que conta, mas a sua difusão."
André Citroën
1919

 
Muito cedo, André Citroën prepara a reconversão da fábrica de armamento de Javel, em Paris.

No final de 1919, são já fabricadas 30 viaturas por dia. Inspirado no modelo americano de Henry Ford, André Citroën importa os modernos métodos de trabalho industrial que lhe permitem a fabricação em série de automóveis económicos e robustos.

A política da Citroën é a democratização do automóvel - o sonho da altura de fabricar 1000 viaturas por dia é prova disso.

Para o 7º Salão do Automóvel de Paris, em 1922, um avião escreve o nome Citroën em fumo nos céus.
1925

 
A Citroën cria e desenvolve a sua rede comercial: os 200 agentes de 1919 sobem rapidamente a 5000 em 1925.

Depois do sucesso da Primeira Travessia do Saara em 1923, chega a vez da Travessia Negra, uma viagem de 16 homens e vários veículos, ao longo de 20.000 km em África, em parceria com o Museu de História Natural de Paris.

Em 1925, a produção anual atinge já a cifra volumosa de 61.487 veículos.

De 1925 a 1934, a Citroën faz história na publicidade inscrevendo o seu nome em letras luminosas ao longo da Torre Eiffel.
1933

 
A crise económica mundial atinge duramente a indústria automóvel francesa e provoca uma quebra na produção. No entanto, André Citroën mantém-se fiel às suas teses - produzir mais, baixar os preços - e continua a produzir cerca de 1000 veículos por dia e lança o modelo de tracção à frente, desenhado no atelier do Engenheiro André Lefebvre.

Em 1933, a produção anual atinge 71.472 veículos.

Em 1934, inaugura-se a revolucionária tracção à frente. Na imagem, o modelo 7A.
1948

 
O 2CV, desenhado com a especificação de transportar 4 pessoas e 50 kg de batatas, revoluciona o mercado automóvel e torna-se rapidamente num sucesso estrondoso.

A fábrica de Levallois, adquirida pela Citroën em 1929, torna-se a casa do 2CV; é a única fábrica da empresa com um sector de carroçarias e um sector de mecânica.

Até ao fecho do Salão de Paris, uma multidão curiosa precipita-se para ver o automóvel que ficou conhecido como "A Bomba do Salão de 1948".
1955

 
No Salão de Paris, vem ao público o DS 19. Tracção à frente, motor 1911 cm3, caixa de 4 velocidades, 140 km/h, 10l/100 km.

O mundo inteiro comenta este acontecimento que vem mudar a história do automóvel. Viatura revolucionária não apenas pelas suas formas aerodinâmicas mas também pelas inovações tecnológicas, o DS aparece equipado com a suspensão hidropneumática com correcção automática da altura.

O sucesso é imediato: em três quartos de hora, 749 encomendas. Ao fim do primeiro dia, 12000. O DS produz-se por mais vinte anos, até Abril de 1975.

O DS revela-se extremamente maneável em competição. Disputa o Rally de Monte-Carlo de 1959 a 1965.
1968

 
Em Maio, o Méhari, um modelo original para uma utilização variada vem enriquecer a gama dos pequenos Citroën bi-cilindricos. Motor 602 cm3, 3 Cv, 105 Km/h.

A carroçaria em plástico anula os riscos de corrosão e oferece uma resistência acrescida aos pequenos embates. Pick-up de 4 lugares.

De Maio de 1968 a Dezembro de 1987 são produzidos 144.953 unidades do Méhari 4x2.

A opção "Cobertura completa" permite a utilização do Méhari em todas os climas.
1974

 
O CX 2000 é apresentado no Salão de Paris: 1985 cm3, 10,5 l/100 km. Caixa de 4 velocidades, 174 km/h.

Menos revolucionário que o DS, que vem substituir, o CX é o resultado da evolução técnica da Citroën. Motor e caixa de velocidades de montagem transversal à frente, suspensão hidropneumática de altura constante às quatro rodas independentes, travagem por discos à frente com duplo circuito assistido.

Apresentado no Salão de Paris de 1974, o GS X vem enriquecer o oferta do modelo.
1984

 
No ano de 1984 assiste-se ao lançamento de diversas novidades, em vários segmentos.

Em Março, aparece o Visa Diesel e o Visa Olympique, uma edição especial limitada a 3000 unidades. Seguem-se, nos meses seguintes, o CX Leader, o Visa 14 TRS, o BX 19 GT, o GSA Chic, e o CX 25 Gti Turbo.

Em Outubro, a Citroën lança o C15 E e o C15 D, dois pequenos utilitários com 570 kg de carga útil construídos sobre a plataforma do Visa. A mecânica robusta e a performance do modelo asseguram-lhe um sucesso imediato.

Grace Jones é a estrela de uma campanha publicitária para o CX, realizada por Jean-Paul Goude.
1989

 
Enquanto novos lançamentos reforçam a oferta do BX e do AX, a Citroën inova novamente com o topo de gama XM.

O aparecimento do XM assinala também a estreia da suspensão hidroactiva num veículo de série. Associando a força e conforto da tecnologia de suspensão activa com a inteligência da electrónica, o XM atinge um nível ímpar de conforto na condução e segurança activa.

Desenhado por Bertone, o XM revoluciona mais uma vez o mercado automóvel.
1990

 
Mantém-se o ritmo acelerado de novidades ao longo de toda a gama de modelos.

Na gama comercial, a Citroën lança dois novos veículos utilitários eléctricos: o C15 e o C25.

O XM ganha o troféu de "Carro do Ano 1990" em França, acumulando catorze distinções nacionais e internacionais.

A 27 de Julho chega ao fim a produção do Citroën 2CV na Fábrica de Mangualde
1996

 
Em Outubro, pelo quarto ano seguido, a Citroën ganha o título de construtores do Campeonato do Mundo Todo-Terreno, com Pierre Lartigue como piloto e Michel Périn como co-piloto.

A rede Citroën estende-se a 10.110 pontos de venda em todo o mundo, 4.000 dos quais em França.

Terceira vitória para Pierre Lartigue no Rally Granada-Dakar.
1998

 
A Citroën entra em força no Campeonato Mundial de Rallyes, abandonando as competições Todo-Terreno depois de um sucesso estrondoso.

O ano fica marcado pelo lançamento mundial de um modelo inovador que desperta paixões e admiração: o novo Xsara Picasso. Uma berlina compacta monovolume com um estilo original e inspirador.

O Xsara Picasso deixa a sua marca de originalidade.
2001

 
Seguindo a tradição de excelência em veículos de topo de gama, a Citroën lança o Citroën C5, com uma forte campanha centrada na ideia da tecnologia ao serviço do cliente.

A suspensão hidractiva de última geração é um de vários argumentos tecnológicos que suportam a conceito de um veículo moderno e inovador que oferece uma experiência de condução e conforto incomparáveis.
Um topo de gama com "tecnologia 100% útil".
2002

 
E chega o Citroën C3! Com um novo conceito estético, o Citroën C3 depressa se afirma como um campeão de popularidade, fazendo as delícias de um público jovem que aprecia um automóvel com uma estética sedutora desenhado para uma vida em movimento.
 
A vida é bela. O automóvel é o novo Citroën C3.
2003

 
Enquanto o C3 fazia as delícias dos clientes, afirmando-se como um grande sucesso comercial com uma enorme popularidade junto do público, a Citroën volta a agitar o mercado com um modelo verdadeiramente original: o C3 Pluriel.

Com um novo conceito, adaptado à vida moderna, o C3 Pluriel é um 5 em 1, com várias configurações possíveis: berlina, berlina panorâmica, cabriolet, spider e até pick-up.
Um conceito revolucionário para uma nova geração.
2004

 
Depois do lançamento do Citroën C3, a Citroën volta a inovar no segmento dos utilitários com o muito desejado Citroën C2. Apresentado ao público à volta da ideia de urbano-desportivo, o novo Citroën C2 apresenta-se como o automóvel ideal para uma utilização citadina: versátil, esteticamente desafiador e com performances aguerridas.
Um utilitário de cidade com um grande coração.
2004

 
O ano de 2004 anuncia-se como o período de revolução da gama. Depois do sucesso do C2 e o C3, a Citroën prepara o excitante C4, um modelo de gama média que completa uma nova geração de automóveis marcada pelo dinamismo do design, pela inovação tecnológica e por uma nova visão do futuro do automóvel.
Mais uma peça na evolução contínua da Citroën.